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Olympikus recupera trilha histórica na Chapada dos Guimarães e amplia conexão entre esporte, natureza e território


Publicado em: 08 de Setembro de 2026

Fonte: O Globo


Data: 08 de Setembro de 2026

Fonte: O Globo


A Olympikus levou para a Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, uma experiência que vai além da corrida. Como parte da 12ª edição do Bota Pra Correr, realizada nos dias 5 e 6 de setembro, a marca contribuiu para a recuperação e reabertura da Trilha do Elisiário, um antigo percurso do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães que estava desativado.

A iniciativa reforça um dos principais propósitos do Bota Pra Correr: conhecer o Brasil correndo, conectando esporte, natureza, cultura e comunidades locais. Criado em 2019, o projeto da Olympikus transformou a corrida em uma plataforma de descoberta de diferentes territórios brasileiros.

Na Chapada dos Guimarães, essa proposta ganhou uma dimensão especial. Em um dos cenários naturais mais emblemáticos do país, a recuperação da trilha representa uma oportunidade de aproximar corredores e visitantes da biodiversidade e das paisagens do Cerrado, ao mesmo tempo em que contribui para a valorização e o uso responsável do patrimônio natural.

Um novo caminho para explorar a Chapada

A Trilha do Elisiário passou por intervenções para voltar a ser utilizada, integrando novamente um percurso de natureza à experiência do Bota Pra Correr. A reabertura aconteceu dentro de uma edição que reuniu cerca de 1.500 participantes e ofereceu três opções de percurso: 12 km e 21 km de asfalto e 19 km de trilha.

A prova de trilha foi realizada integralmente dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, proporcionando aos participantes uma imersão em diferentes paisagens do parque. O percurso inclui terrenos característicos do Cerrado e pontos de destaque da região, como o entorno do Morro de São Jerônimo.

Mais do que criar um novo desafio esportivo, a iniciativa busca estimular uma relação mais próxima entre as pessoas e os espaços naturais. A recuperação de uma trilha anteriormente desativada amplia as possibilidades de visitação e reforça a importância da conservação aliada ao uso consciente.

Esporte como ferramenta de conexão

A presença do Bota Pra Correr na Chapada dos Guimarães também movimentou a comunidade local. A Vila BPC, instalada na Lagoa das Conchas, recebeu atletas, moradores e visitantes, com gastronomia e produtos de artesãos da região. A programação ajudou a aproximar o evento da economia e da cultura locais.

A escolha da Chapada dos Guimarães está alinhada ao conceito do projeto. Localizado a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá, o município reúne paredões de arenito, cachoeiras, vales e formações rochosas que fazem da região um importante destino de ecoturismo e esportes de aventura.

Nesse contexto, correr deixa de ser apenas uma atividade esportiva e passa a ser também uma forma de conhecer lugares, histórias e pessoas.

Uma experiência que permanece

Ao recuperar uma trilha e devolvê-la à experiência de corredores e visitantes, a Olympikus amplia o legado do Bota Pra Correr na região. A iniciativa conecta o momento do evento a uma contribuição que permanece no território, fortalecendo a relação entre esporte, preservação ambiental e turismo responsável.

Essa visão está no centro do Bota Pra Correr desde sua criação: transformar diferentes destinos brasileiros em cenários para experiências que vão além da competição. Na Chapada dos Guimarães, a proposta ganhou novos caminhos — literalmente — e mostrou que colocar o Brasil para correr também pode significar cuidar dos caminhos que conectam as pessoas à natureza.

A edição de 2026 foi a maior da história do Bota Pra Correr na Chapada dos Guimarães, reunindo aproximadamente 1.500 atletas em percursos de asfalto e trilha e combinando corrida, natureza, cultura, gastronomia e ações de integração com o território.